O Android Studio recebeu novidades centradas em IA: desenvolvedores podem escolher entre Gemini, GPT (OpenAI) e Claude (Anthropic) dentro do IDE, usar modelos locais como Gemma 4, aproveitar o Android CLI 1.0 para fluxos com agentes de IA e acompanhar desempenho por meio do Android Bench.
O Google anunciou várias novidades no Android Studio focadas em IA para desenvolvimento de apps.
Uma das novidades mais importantes é a possibilidade de escolher o modelo que vai ajudar a gerar código: Gemini, GPT da OpenAI ou Claude da Anthropic.
Para quem prefere executar modelos localmente, o Gemma 4 já está disponível e pode ser baixado direto da versão canary do Android Studio, sem precisar de um servidor externo.
Essas opções dão aos desenvolvedores mais controle sobre desempenho, privacidade e custos.
O Google também destacou o Android CLI, agora em versão 1.0 e estável, pensado não só para desenvolvedores humanos, mas para fluxos de trabalho com agentes de IA.
A ideia é permitir que agentes usem as ferramentas oficiais do Android, incluindo skills e a base de conhecimento do Google para desenvolvimento.
Qualquer agente pode usar o CLI, o que abre espaço para integrações com soluções como Claude Code, Codex ou o Antigravity do próprio Google.
Além disso, o Google mantém o Android Bench, que compara como diferentes modelos se saem em tarefas de desenvolvimento Android; hoje o GPT 5.5 lidera, seguido por GPT 5.4 e Gemini 3.1 Pro Preview.
Segundo o benchmark, os melhores modelos resolvem pouco menos de 75% dos casos de teste, mostrando que ainda há espaço para evolução.
Para quem usa Gemini dentro do Android Studio, assinantes do Google AI Pro e Ultra recebem capacidade dedicada e limites de taxa maiores.